Visite o site da Fotograma!

•01/11/2012 • Deixe um comentário

Olá a todos o visitantes!

Este blog não tem recebido as atualizações frequentes pois desde Outubro de 2009 ele está desativado. Gostaria de recebê-los como sempre no meu novo espaço e site da minha empresa de fotografia de casamento a FOTOGRAMA !

Todos continuam muito bem vindos, com as opiniões e sugestões de sempre, e para se manterem mais atualizados sobre o que temos feito, é lá que vão encontrar!!!

Clique na imagem a seguir ou AQUI :

Novo Blog Raphael Fraga!

•30/10/2009 • Deixe um comentário

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Este post tem como principal objetivo marcar uma nova etapa do meu blog: reformulado e de cara nova!

Tudo começou quando eu decidi que as fotos na página principal estavam muito pequenas e que vocês, visitantes, tinham que ver melhor as imagens logo ao abrir a página!

Aí, eu, fuçando aqui e ali, para saber como resolver o problema, comecei a perguntar para as pessoas… e por acaso, conversando com o chapa Henrique Ribas, começamos a trocar figurinhas. O cara sabe tudo de HTML (fiquei fã do tal HTML).

Comecei a mexer nuns editores e fiquei doido. Fui então pedir umas dicas para o Ribas e tivemos várias conversas até que consegui o que eu desejava inicialmente. Ajustes virão com certeza, aos poucos…

Bem, pra terminar, agradecó muito a força dada por ele e recomendo pra quem quiser fazer um blog bem personalizado e com estilo próprio! Vale lembrar que aqui só fizemos alguns ajustes a partir de um tema que eu já havia definido, mas que com certeza já melhorou muito o acesso para os visitantes. Podem, inclusive, opinar por favor!

A partir de agora então, visite o novo blog, clicando AQUI ou na imagem!

Duas novas matérias com Vinícius Matos!

•16/10/2009 • Deixe um comentário

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O nobre amigo Vinícius Matos não tá fácil! Esta semana saíram mais duas matérias falando do seu belo trabalho!

Uma delas no Portal UAI falando de como decidir sobre seu fotógrafo de casamento e outra, no ESTADÃO, falando do crescente mercado da fotografia de casamento no Brasil.

Vale a pena conferir! Clique abaixo:

Portal UAI

ESTADÃO

Parabéns aos Professores!

•15/10/2009 • 1 Comentário

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Hoje é dia do professor! E eu não poderia deixar de parabenizar todos aqueles, independente das áreas de atuação, que se dedicam com afinco e amor a ensinar o próximo.

Você professor, que sempre busca transmitir os conhecimentos de forma clara e completa, que se preocupa com o caminhar de seus alunos na correção e rumo ao aprendizado efetivo, PARABÉNS!!!

Lightroom 2 – Clício Barroso: vale MUITO a pena!

•15/10/2009 • 2 Comentários

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Este é um dos livros aos quais tenho dedicado parte do meu tempo atualmente: Lightroom 2 do Clício Barroso.

Alguns alunos me perguntam se vale a pena ou se espantam: “Para que você está lendo, você já não conhece o Lightroom?”.

A verdade é que conhecimento não ocupa espaço e ao começar a ler este belo livro, descobri que eu achava que conhecia o Lightroom! Muitas dicas especiais são dadas por ele ao longo das páginas e isso tem enriquecido muito meu repertório!

Parabenizo o grande Clício, que é um verdadeiro mestre deste programa, e disponibilizou um material que possibilita a leitores iniciantes no assunto tranquilamente caminharem e aos que já tinham uma relação com o programa ampliarem seus horizontes.

Para nós fotógrafos, taí um caminho pelo qual teremos de enveredar e não podemos negligenciar, sob pena de colocar em risco nosso próprio trabalho!

Vale a pena!

Kindle: O Último Livro que Você Vai Comprar!

•12/10/2009 • 2 Comentários

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O Kindle, da Amazon, pode (e vai!) armazenar todos os seus livros num só dispositivo. Custa US$279 e possibilita a leitura de textos em formato doc e pdf, além de permanecer conectado via 3G (internacional), oferecendo download de mais de 350.000 títulos, entre best sellers e lançamentos. Tem tela de 6″, é leve e pode armazenar até 1500 títulos.

Parece ser mesmo este o futuro de nossas bibliotecas; só Deus sabe se funcionará! Desde já o que podemos atribuir de positivo é o lado ecológico do produto, que vai economizar muito papel!

Clique aqui e veja o vídeo na página da Amazon com mais informações!

Adeus a Irving Penn (1917-2009)

•09/10/2009 • Deixe um comentário

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Irving Penn Turning Head, Nova Iorque, 1993
© Da colecção Rex, Inc.

Morreu ontem em Nova Iorque Irving Penn, um dos mestres da fotografia de moda e do retrato do século XX, um dos grandes cultores do minimalismo cool e do sujeito fotográfico isolado do seu contexto, quer se tratasse do mais lânguido modelo ou da mais enlameada figura da Nova-Guiné. Acreditava que era contra um pano de estúdio onde o retratado melhor revelava a sua mais pura natureza. O anúncio do desaparecimento de Penn, que contava 92 anos, foi feito por Roger Krueger, o seu assistente de fotografia.

Irving Penn nasceu em Plainfield, Nova Jérsia, em 1917. Formou-se na Pennsylvania Museum School of Industrial Art, onde conheceu Alexei Brodovitch, fotógrafo, designer e um influente professor que deu aulas a Diane Arbus, Eve Arnold, Richard Avedon e Gary Winogrand. É Brodovitch quem leva Penn como assistente para a revista Harper’s Bazaar, em 1939. Dois anos depois, começa a trabalhar para os armazéns Saks e viaja para o México, onde fotografa à maneira de E. Atget e W. Evans. Apesar deste interesse pela fotografia, queria ser pintor e é como designer gráfico que entra para a Vogue, em 1943, depois de ter conhecido Alexander Liberman. Conta a agência Associated Press que os fotógrafos da casa ficaram surpreendidos com a sua maneira de apresentar as imagens nas páginas da revista e o director de arte convida-o a fotografar uma capa. Desde então, não mais parou de fotografar. Ao longo dos anos 40, consolida a sua carreira na fotografia de moda e, no final da mesma década, começa a retratar artistas, escritores, gente famosa e gente anónima num estilo muito depurado e simples que se opunha ao retrato captado “em contexto”, carregado de matéria, mais em voga na década precedente à guerra. O The Getty Center de Los Angeles expõe actualmente uma série de retratos ligados às profissões captados em Nova Iorque, Paris e Londres. (galeria aqui)

No início da década de 50, nos anos que passou em Paris, o seu estilo austero (mas ao mesmo tempo chic e carregado de glamour) continuou a ser vincado colocando modelos e acessórios de moda contra fundos lisos e limpos à procura de grandes contrastes e silhuetas perfeitas. Os nus desta época embarcam no mesmo estilo, com planos aproximados e iluminação forte que resultam em peles lívidas e linhas vincadas. Penn ganhou reputação e encontrou uma linguagem particular que para a época era tida como radical. Acreditava que o seu sucesso como fotógrafo de moda estava na preocupação com o leitor e não com o modelo.

Para além da moda, um dos fascínios de Penn passava por dar vida e significado a todo o tipo de bric-a-brac encontrado, fruta podre e roupa velha. Nestas fotografias de natureza-morta escolheu a cor para os objectos de luxo e para alimentos refinados e o preto e branco para os objectos apanhados nas ruas de Manhattan. Parte deste trabalho foi apresentado no Metropolitan Museum of Art, em 1977. “Fotografar um bolo pode ser arte”, disse em 1953 na inauguração do seu estúdio, de onde saiu trabalho até ao século XXI. Em 1975, o Museum of Modern Art expôs um conjunto de 14 grandes ampliações de beatas de cigarros. A mostra causou polémica, com alguns críticos a afirmarem que se tratava de uma “poderosa elevação do banal ao monumental” e outros a garantirem que não passava de um sinal de “auto-indulgência”.

Entre 1964 e 1971 Penn concretizou alguns projectos relacionados com retrato em lugares remotos, fora do universo da moda, mas utilizando o mesmo estilo e as mesmas técnicas de iluminação (transportou consigo as ferramentas essenciais que utilizava em estúdio). Fotografou desde indígenas no Peru, na Nova-Guiné e em Marrocos a hippies em São Francisco. Era um fotógrafo que gostava de revelar as suas imagens. Perseguia a “cópia perfeita”. Passou “incontáveis” horas na câmara escura a apurar soluções químicas que lhe fizessem surgir imagens na sua técnica preferida, a platinotipia (também conhecida por platina/paládio).

Irving Penn era irmão de Arthur Penn, realizador de “Bonnie and Clyde”. Em 1950, casou com uma das modelos que mais gostava de fotografar, Lisa Fonssagrives, com quem teve um filho, Tom. Doou fotografias à National Portrait Gallery e ao National Museum of American Art, ambos de Washington, e os seus arquivos estão depositados no Art Institute of Chicago. A sua morte, encerra mais um ciclo da época fulgurosa da fotografia de moda de meados do século XX, depois do desaparecimento de outros herdeiros desse labor, nomeadamente Richard Avedon (1923-2004) e Helmut Newton (1920-2004).

Fonte: Arte Photographica

 
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